Cinco coisas para fazer nas férias

Finalmente, após um semestre exaustivo, as merecidas férias. Alguns com duas semanas, outros com dois meses de descanso. Independentemente de qual seja o seu caso, é importante fazer com que o tempo livre não seja desperdiçado. Acreditem: é possível, com duas semanas, curtir muito mais que pessoas que ficam de folga por dois meses.

Essas são algumas ideias que eu mesma quero fazer, então me comprometo junto com vocês a tentar fazer isso aqui dar certo! Porque mesmo a procrastinação merece ser organizada.

1 – Ressignifique as maratonas no Netflix

Ok, agora você entrou de férias, o Netflix é seu melhor amigo e vocês serão inseparáveis. Muita gente começa por ficar satisfeita somente com isso, mas depois logo cai no tédio. Por que não chamar os amigos e fazer uma sessão de séries ou filmes em casa?

Se não couber todo mundo no sofá, você pode colocar colchões, almofadas e pufes no chão. Troque ideias com seus amigos, decidam o que vão assistir e o que cada um vai levar. Se a ideia for para frente, pode ser estendida pelas férias, revezando entre as casas dos amigos para ficar mais confortável para todos.

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Porque eu amo o Evernote

Quando instalei o Evernote, em maio de 2011, ainda estava no 2º ano do ensino médio e não tinha meios de utilizá-lo como deve ser. Os alunos na minha escola não eram autorizados a usar aparelhos eletrônicos em sala, e acredito que seja assim em muitas escolas também. Por mais que, ao longo dos anos, algumas escolas tentem se modernizar com a falsa propaganda do “mundo digital”, a maioria vende essa imagem aos pais, mas deixa laboratórios abarrotados de equipamentos em desuso e aulas monótonas “à moda antiga”. Mas isso não vem ao caso.


Senhoras e senhores, eis o meu novo cérebro!

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Resenha: Cicero vs Moleskine

Olá, mundo! Faz uma era que eu não posto aqui. Gosto muito desse blog, apesar de não atualizá-lo com frequência. Vou tentar mantê-lo minimamente atualizado. Escrevi o post abaixo em agosto do ano passado, mas acabei não postando. Shame on me!
Segue o texto original:


Sempre tive uma história de amor profunda e melodramática com artigos de papelaria. Passava horas babando nas centenas de cadernos, adesivos e estojos da loja. Quando comprava o material escolar, até ficava mais animada para as aulas começarem. Mas até aí não há nada de novo. Quem nunca passou por isso, não é mesmo?

A coisa começou a ficar séria quando me formei no ensino médio e, aparentemente, não iria mais me deleitar com os milhares de cadernos decorados. Nesse período, me tornei frequentadora assídua da Livraria Cultura para suprir a suposta depressão. Não demorou muito para eu notar os lindos caderninhos com elástico na frente, e então, descobrir que o meu gosto por cadernos enormes em espiral e desenhos escandalosos era terrível. Eu estava de frente com um novo conceito em papelaria.

Cheguei em casa e, após uma pesquisada, me apaixonei pelo Moleskine. Seu conceito, sua história e todo o mistério envolvendo a capinha preta eram fascinantes, porém custam um preço altíssimo. A minha primeira caderneta nesse estilo, então, foi de uma marca brasileira chamada OD design. A linha deles é muito charmosa e se inspira na marca italiana a um preço mais acessível. Creio que o meu caderno, de fitas cassetes, tenha saído de linha. Uma pena, porque ele é lindo.

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Foto: OD, Cicero e Moleskine
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