Abandone as redes sociais, pelo bem da sua saúde mental

Abandone as redes sociais, pelo bem da sua saúde mental

Olá, amigos! Peço desculpa pelo tanto de tempo que fiquei sem atualizar o blog. Sinceramente, acho que não consigo mais me comprometer com uma agenda consistente de posts. Mas, no entanto, quero trazer alguns assuntos aqui ainda, começando pelo motivo o qual eu abandonei algumas redes sociais.

Eu ainda entro no Facebook de vez em quando, até para responder alguns amigos no Messenger e tudo mais. Mas diminuí e muito a minha frequência de posts e de engajamento em grupos. O Instagram então, esse eu praticamente abandonei. Parei de postar no Stories, e também não tenho tido fotos muito interessantes para colocar no feed. O Twitter é outra rede social que diminuí e muito a minha frequência de posts, mas esse eu até gosto mais do que os outros dois anteriores.

Muitas vezes, os pais nos dizem para tomar cuidado com o que estranhos nos dizem na internet. E isso é verdade, mesmo. Principalmente se você for menor de idade, tome cuidado ao revelar informações pessoais a um desconhecido. Mas vou abrir o coração com vocês: eu hoje em dia, aos 22 anos, me sinto muito mais vulnerável a uma categoria de pessoas que eu vou chamar de… semi-conhecidos!

Esse não é um texto para atacar ninguém, até porque eu sou semi-conhecida de alguém (de várias pessoas, né?). É que tem todo um fenômeno bizarro na internet que faz com que você se sinta próxima dos tais semi-conhecidos, eles se sentem próximos de você, e aí que começa a bagunça inteira. Só de ver o feed de uma pessoa constantemente, você se sente automaticamente mais entendida da vida de uma pessoa, mas não é assim que a banda toca. O que vai para o feed é uma porcentagem muito pequena da vida de alguém (a menos que você seja uma dessas personalidades da internet que compartilhe até quando vai ao banheiro). E a partir dessa falsa proximidade, começa a inveja, as cobranças, a cobiça, o desejo de interferir no que aquela outra pessoa faz.

Eu já vi alguns comentários de pessoas que sentiram o mau olhado intensificado em suas vidas a partir do que elas relatavam em suas redes sociais. No começo, achei que era exagero, mas hoje acredito muito nessa teoria. É claro que redes sociais não são 100% lixo, e em alguns casos essa proximidade gera amizades, engajamento, entre outros efeitos positivos. O que eu quero dizer é que, quando gera efeitos negativos, os efeitos são realmente muito negativos. O mais grave, eu diria, são as suposições de coisas que você não disse a partir de coisas que você disse. A segunda situação seria sofrer ataques à sua pessoa, e não aos seus argumentos. Sofri ambas as situações exaustivamente.

É isso, meus amigos, esse texto ficou longo e meio chato, mas espero ter explicado o porquê vocês não verão mais de mim como viam antes.

Abraços e até o próximo post.

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Carolina Haine

24 anos, brasiliense, apaixonada por literatura e chá. Criou um blog em 2004 e desde então nunca mais parou.

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